Archive / inspiration

RSS feed for this section

unity in diversity

Unity in diversity é a frase que se lê ao fundo e assistir a estes vídeos é ser transportada para esse ideal de liberdade máxima, sermos só um na diversidade, unidos pelo respeito, tolerância e amor.
Eu sou assim complexa, onde há só um vídeo de dança eu vejo logo um mundo mágico onde os  jovens escolhem uma arte para se expressar e ser maior, onde os rapazes não têm de ser másculos e podem mostrar sensibilidade e delicadeza, onde não importam as hierarquias ou posses, onde cada um se sabe transformar pelo belo e só isso importa, preencher cada momento da vida com o melhor que há em nós, nem que por minutos.
Parafraseando o personagem, poesia, música, dança, beleza, romance, amor!… é para isso que nos mantemos vivos!

Procura o que te mantém vivo!

apologia ao ócio

apologiaaoocio_mybelovedcraft

sextaocio_mybelovedcraft

pedra_mybelovedcraft

Férias é um estado de espírito e não é por estas se terem acabado que o vamos perder. Cultivar o ócio ajuda a aligeirar os dias e até a compreendê-los melhor. Parados damos tempo à calma, a melhores pensamentos, a melhores ponderações, o trabalho que se segue até se desenrola melhor porque parados conseguimos libertar desconfortos presos à rotina diária do ter que fazer.
A sabedoria habita um corpo parado e deve ter sido por isso que António Alçada Baptista muitas vezes repetiu “devo o que sou ao ócio”.
Ler a Apologia ao Ócio de Robert Louis Stevenson pode ser uma ajuda para melhor compreender quem nos dias de hoje se atreve a tal estado do corpo e da alma porque em 1877, data desta apologia, há 140 aproximadamente, já a sociedade vinha na senda dos famigerados workaholics.

Entre um pensamento e outro vai-se trabalhando, voltando a velhos trabalhos, ensaiando outros novos e congelando alguma beleza em fotografias.

E posto isto, diz que na Suécia, esse país de malandros, a jornada de trabalho foi diminuída para 6 horas tendo-se chegado à evidente evidência que a produtividade aumentou…..

Um bom fim de semana para todos!

o que vem da terra

legumes1_mybelovedcraft

legumes2_mybelovedcraft

legumes3_mybelovedcraft

Lindos. Deliciosos. Vindos da terra. Vindos da dedicação de quem sabe que ver crescer é uma benção. Ou não sabe. Mas fala como se cada legume vindo no cabaz fosse uma peça delicada a ser tratada com carinho.
Todas as semanas batem-nos à porta os legumes que comemos, vindos directamente do agricultor. Há de tudo, de tudo o que a época permite e a extensão do terreno acolhe. Cada legume diferente do costume é entusiasticamente anunciado, os novos são sempre bem vindos como sangue novo que anima a lida.
No cabaz há o tradicional, couve coração, alface, courgette, tomates, pepinos, pimentos e até beringelas. As cenouras, cebolas e batatas, claro! Mas menos regular, e por isso com atenção especial, os agriões, chicória, rúcula, rábano, rabanetes ou pimentos padrão. Na altura, abóbora, penca e “couve para o caldo verde”. E brócolos!! Ah, o que eu gosto de brócolos!
Falta cogumelos… vou-lhe falar de cogumelos, estará interessada?
E porque as coisas boas são para anunciar, na rua onde moro todos os vizinhos (não são muitos eu sei) aderiram ao cabaz e agora todas as segundas à noite há a certeza de uma semana cheia de comida saudável, fresca e linda.
Todos compramos directamente ao produtor.
Todos fazemos uma pequena revolução.