Archive / 2014

aos pouquinhos

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A loja estava prometida desde… não sei desde quando. Ela sempre esteve cá, só faltava enchê-la, arranjá-la, mostrá-la. Não está pronta. Mas está aberta. Ainda falta isto e aquilo e acima de tudo falta meter mãos à obra, fazer crochet e muito. Coisas que eu gosto e que gosto de fazer. Coisas que são a minha cara, como se diz.
Nos intervalos sem filhos (se é que é possível!) as coisas começam a consolidar-se e esta é uma resolução para o ano novo: fazer mais crochet e dinamizar a loja.
E como a mão estava na massa, também abri uma no Etsy!
Desde aquela segunda feira que mais coisas têm sido feitas. É preciso continuar!!
Passem por lá, pelas lojas, visitem, comentem, digam qualquer coisa.

Já pensaram nas resoluções de ano novo?

à segunda “agora vai”!

Devo ser caso raro porque gosto das segundas feiras.

Cada segunda feira é um ano novo que começa. Acordo cheia de assertividade e resoluções que irão tornar o resto da semana, o resto da vida!, em dias espectaculares, sensacionais, produtivos, dias que contam. À segunda o dia começa cheio de energia e agora é que vai ser. À segunda é que me organizo de vez e começa a alimentação perfeita; à segunda bebo dois litros de água; à segunda avario a elíptica de tanto pedalar; à segunda faço uso da Apple TV e sigo as aulas da Tara Stiles; à segunda leio todos os livros que ainda não foram abertos; à segunda não deixo este blog abandonado; à segunda acabo todos os crochets parados há anos; à segunda começo os novos que estão na calha; à segunda planifico todas as oficinas que quero dar; à segunda ponho artigos na loja; à segunda pego finalmente na máquina de costura e me torno uma costureira de mão cheia; à segunda começo a deixar a roupa e mochilas preparadas para o dia seguinte; à segunda tenho a casa arrumadinha, com camas feitas, tudo organizado e já posso convidar todas as minhas amigas para um chá de roibos; à segunda desligo a televisão, o imac, o iphone, o ipad e o i qualquer coisa que me deixa sentada no sofá, parada; à segunda, sim, à segunda começa um ano novo!

Mas devo ser a pessoa mais optimista do mundo, a que acredita sempre e nunca desiste porque lá para quarta já é dezembro e o ano acaba e tudo ficou igual, afinal igual a mim, a que vai fazendo e vendo acontecer, sem stress, vale me não ter uma única ruga aos 37 e continuar com olhos de menina (diz me quem interessa). Milhares de segundas passaram mas outras tantas hão de passar!

Mas hoje é segunda feira e à segunda feira “agora vai”!

 

azulejos

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Respondendo ao apelo da Rosa, partilho aqui a sua foto com uma mensagem muito importante no sentido da preservação do património de todos nós: os azulejos. Estando Portugal em alta, no que toca ao turismo e finalmente descobrindo os seus valores culturais, fica vulnerável tudo aquilo que é vendável porque há sempre quem veja negócio em tudo mesmo com o que não lhes pertence.

Não comprem azulejos usados!! O mais provável é que tenham clandestinamente saído da parede de uma casa alheia.

Nasci, cresci numa casa com azulejos azuis e brancos típicos do século XIX, linda. E de lá, com autorização, trouxe quatro exemplares para que ficassem sempre comigo, junto das memórias da infância. A casa foi restaurada e dado ao mau estado dos azulejos, com cerca de 150 anos, tiveram de sair da fachada dando lugar a outros iguais. Contudo, a dona, minha amiga, teve a excelente ideia de utilizar os antigos para cobrir uma parede interior de sua casa e assim, também ela, guardar todas as memórias que aqueles belos desenhos rendilhados guardavam.

Aqui, Póvoa de Varzim, temos bons exemplares de azulejos, conseguimos num passeio encher o olho de padrões e cores e imaginar como seria bela a nossa cidade se não tivesse caído na especulação imobiliária de outras décadas… Num outro post prometo trazer fotos do que ainda de belo resta por aqui.

E ainda, para quem visita o Porto e é amante desta temática pode visitar o Banco de Materiais, casa que reúne exemplares de azulejos, estuques e ferros desta cidade, preservando assim a memória da bela arquitectura que identifica a cidade.

 


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